Papy defende união para solucionar problemas de Campo Grande

POLÍTICA

O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Papy, defendeu uma leitura otimista sobre os rumos da cidade. Para ele, apesar das dificuldades, Campo Grande tem solução, que passa pela soma de esforços entre o poder público e a população.

Representando o Legislativo municipal, o presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Epaminondas Neto, o Papy, acompanhou na manhã desta segunda-feira (7) o desfile cívico-militar de 7 de Setembro, na região central da Capital. Em meio às comemorações da Independência do Brasil, o parlamentar defendeu uma leitura otimista sobre os rumos da cidade: para ele, apesar das dificuldades, Campo Grande tem solução, e ela passa pela soma de esforços entre o poder público e a população.

Papy reconheceu que a Capital ainda enfrenta uma série de problemas, mas rejeitou o discurso de que não há saída. “Campo Grande precisa melhorar muito, mas eu falo que Campo Grande tem jeito, tem um caminho, tem soluções. E eu penso que com a união de todos os esforços políticos e com a sociedade, a gente vai conseguir dar um encaminhamento”, afirmou o presidente da Câmara.

Câmara quer apresentar propostas

O vereador também falou do papel do Parlamento municipal nesse processo. Segundo ele, a Casa de Leis tem trabalhado de forma propositiva e pretende apresentar alternativas em diferentes áreas para a cidade, provocando o cidadão a participar da construção dessas respostas. Ainda de acordo com Papy, os vereadores não deixarão de se posicionar sobre aquilo que entendem como solução para Campo Grande.

A fala se soma a movimentos recentes do presidente da Câmara em temas da cidade: ele tem defendido a revisão do Plano Diretor e mais planejamento urbano e fechou o primeiro semestre com 401 indicações cobrando obras, tapa-buracos e melhorias na saúde, como mostrou a reportagem.

Ao contextualizar a declaração, Papy defendeu uma mudança na forma como o brasileiro encara a responsabilidade sobre os problemas coletivos. “Quando a gente pensa de forma coletiva, no aspecto de cidadania, a gente pode ter respostas mais conscientes e mais transformadoras”, disse.

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